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Feira Internacional de Maputo abre portas com cerca de três mil empresas

Feira Internacional de Maputo abre portas com cerca de três mil empresas
Feira Internacional de Maputo abre portas com cerca de três mil empresas Imagens: DR

Redacção

Publicado às 15h22 01/09/2026

Maputo — A 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM 2026) decorre desde segunda-feira no Centro Internacional de Feiras e Exposições de Ricatla, no distrito de Marracuene, reunindo mais de 2.900 empresas nacionais e estrangeiras, naquele que é considerado o maior certame económico e comercial de Moçambique.

A cerimónia de abertura foi presidida pelo Presidente moçambicano, Daniel Chapo, que desafiou os empresários nacionais e internacionais a transformarem os contactos estabelecidos durante a feira em investimentos concretos, exportações e novas parcerias empresariais.

Segundo dados divulgados pela organização, participam no evento cerca de 2.300 empresas moçambicanas e 600 estrangeiras provenientes de 29 países. A expectativa é receber aproximadamente 55.000 visitantes ao longo dos sete dias de actividades.

A edição deste ano decorre sob o lema “Transformação Digital e Energética Rumo a Uma Economia Sustentável” e pretende promover a internacionalização da economia moçambicana, o aumento das exportações e a atracção de investimento para diversos sectores de actividade.

Durante a abertura foi igualmente realizado o Dia do Exportador, destinado a distinguir as empresas com melhor desempenho nas exportações e na captação de investimentos. O sector agrícola destacou-se entre os principais premiados da edição de 2026.

A organização espera superar os resultados alcançados em 2025, quando a feira contribuiu para a concretização de centenas de projectos empresariais e para a mobilização de milhares de milhões de dólares em negócios. Para este ano, a projecção aponta para cerca de 7,5 mil milhões de dólares em negócios e exportações gerados a partir dos contactos estabelecidos no certame.

A FACIM prolonga-se até 6 de Setembro e conta com a participação de empresas dos sectores da agricultura, indústria, energia, comércio, transportes, tecnologias de informação e serviços financeiros, reforçando o seu papel como principal plataforma de promoção económica de Moçambique.

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