Conectado

Conectado

Inovações e Tendências nas Redes Sociais

Ivan Lima é coordenador de mídias sociais na Rede Girassol. Neste espaço, aborda as mais recentes inovações e tendências que estão a moldar o cenário das redes sociais. O blog se propõe a ser o guia para o leitor navegar pelo mundo digital em constante evolução.

Inovações e Tendências nas Redes Sociais

Ivan Lima é coordenador de mídias sociais na Rede Girassol. Neste espaço, aborda as mais recentes inovações e tendências que estão a moldar o cenário das redes sociais. O blog se propõe a ser o guia para o leitor navegar pelo mundo digital em constante evolução.


PUBLICIDADE

Acesso limitado às divisas condiciona desempenho das agências de viagem

Presidente da AAVOTA, Catarina Oliveira
Presidente da AAVOTA, Catarina Oliveira Imagens: Edições Novembro

Redacção

Publicado às 12h30 28/11/2025 - Actualizado às 12h30 28/11/2025

Luanda - O acesso limitado às divisas condiciona o desempenho das agências de viagem alertou, quinta-feira, em Luanda, a presidente da Associação das Agências de Viagem e Operadores Turísticos de Angola (AAVOTA), Catarina Oliveira.

 O acesso limitado às divisas continua a ser o principal entrave ao funcionamento pleno das agências nacionais, afectando operações internacionais e a competitividade do sector.

De acordo com o JA Online, a responsável falava à margem do encontro com a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) realizado para analisar o enquadramento das agências angolanas dentro do sistema global de vendas e liquidação, bem como discutir mecanismos de apoio operacional e financeiro.

Explicou, igualmente, que desde que Angola aderiu ao sistema Billing and Settlement Plan (BSP), em 2022, o país tem registado uma mudança “muito significativa” no volume de transacções aéreas e na profissionalização das operações.

“Angola já se posiciona hoje entre os mercados mais proeminentes de África no que diz respeito ao transporte aéreo. O nível de crescimento tem sido expressivo, mas ainda enfrentamos desafios que limitam o pleno aproveitamento do potencial existente”, sublinhou.

Entre os constrangimentos, Catarina Oliveira destacou, também, a dificuldade de fazer pagamentos internacionais quando se trata de bilhetes cuja origem não é Angola.

“Nas operações soltas, surgem obstáculos devido à limitação de divisas. A necessidade de efectuar pagamentos em moeda forte continua a travar uma parte importante das nossas operações”, frisou.

O encontro contou, ainda, com mais de 120 agências de viagem, companhias aéreas, consultoras ligadas ao mercado de transportação e representantes da IATA.

PUBLICIDADE