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Ritmos da música africana dominam momentos culturais da Bienal de Luanda

Música na Bienal de Luanda
Música na Bienal de Luanda Imagens: DR

Redacção

Publicado às 13h53 24/10/2026 - Actualizado às 13h53 24/10/2026

Luanda - Os ritmos musicais e traços culturais africanos dominaram os momentos culturais, divididos entre abertura, intervalos e encerramento das sessões na 4.ª edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz e Não- Violência- Bienal de Luanda, que encerrou, sexta-feira.

No primeiro dia, segundo o JA Online, a cerimónia de abertura contou com a voz da cantora Beth Mambo, que levou a sala a entoar o hino nacional de Angola e da União Africana, num ritmo lírico, acompanhada da Orquestra Nacional.

Na sequência, o momento cultural contou, também, com os sucessos do músico e compositor, Gabriel Tchiema, que brindou os presentes com os seus temas “mulekeleke” e “Mbimba”.

Outro momento que deu vez e voz ao ritmo musical africano foi a apresentação da canção celebrativa da cultura de paz, um projecto apoiado pela fundação Ngana Nzenza, que juntou vários artistas do continente berço, cuja interpretação mereceu a presença em palco de músicos como Sam Mangwana, Lokwa Kanza e Anabela Aya.

A cantora angolana Yola Semedo, também levou o seu repertório para os presentes no encerramento do primeiro dia da 4ª. Edição do Fórum.

Já o segundo e último dia do evento, o programa contou com o músico Carlos Lamartine, que cantou em o tema “meu namorado é um artista”.

Na sequência, a autora de “Uanga”, Ângela Ferrão, também cantou para os líderes africanos e demais convidados à Bienal de Luanda.

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