Desporto

Desporto


PUBLICIDADE

Angola participou na reunião consultiva para a paz no Sudão

Embaixador angolano no Egipto Maquento Sebastião Lopes
Embaixador angolano no Egipto Maquento Sebastião Lopes Imagens: DR

Redacção

Publicado às 11h48 16/01/2026 - Actualizado às 11h53 16/01/2026

Cairo -  Angola participou, quarta-feira, no Cairo (Egipto), na 5ª reunião do mecanismo consultivo para o aprimoramento da coordenação dos esforços de paz no Sudão, uma iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros egípcio.

O embaixador de Angola na República Árabe do Egipto, Maquento Sebastião Lopes, em representação do Chefe da Diplomacia Angolana, Téte António, esteve presente na reunião que analisou a crescente crise no Sudão e seu impacto regional, congregando parceiros regionais e internacionais, incluindo o enviado pessoal do SG da ONU para o Sudão, Ramtane Lamamra.

Participaram também na reunião o ministro dos Negócios Estrangeiros do Djibuti, Abdelkader Omar, o conselheiro do Presidente dos EUA para Assuntos Árabes e Africanos, Massad Boulos, bem como representantes dos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Alemanha, Turquia, Noruega, Qatar, Reino Unido, China, Rússia, França e do Iraque.

Durante o encontro, o ministro dos Negócios Estrangeiros do Egipto, Badr Abdelatty, reafirmou a determinação do Egipto em relação ao Sudão, fundamentada na declaração presidencial de 18 de Dezembro, que defende a preservação da unidade e integridade territorial do Sudão, a rejeição de qualquer tentativa de dividir o país, e a salvaguarda das instituições estatais sudanesas.

Perante representantes da União Africana, União Europeia, e da Liga dos Estados Árabes, o chefe da diplomacia egípcia alertou que os combates em curso no Sudão, representam graves riscos para a paz e a segurança regional, particularmente para os países vizinhos, e as regiões do corno de África e do Mar Vermelho, enfatizando a urgência de uma acção internacional e regional coordenada, para pôr fim ao derramamento de sangue.

Outras intervenções assinalaram a necessidade de se intensificarem os esforços regionais e internacionais para apoiar um cessar-fogo, proteger os civis, garantir a entrega irrestrita de ajuda humanitária, e promover um processo político inclusivo que preserve a unidade do Sudão, a integridade territorial e as aspirações do seu povo por segurança e estabilidade.

PUBLICIDADE