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Tocha dos Jogos da Juventude vai percorrer Angola durante dez dias

Tocha dos Jogos da Juventude
Tocha dos Jogos da Juventude Imagens: AUSC Region 5?

Redacção

Publicado às 13h06 21/04/2026 - Actualizado às 13h06 21/04/2026

Luanda - O Conselho Desportivo da União Africana (AUSC) da Região 5 anunciou que a Tocha dos Jogos da Juventude Maputo 2026 vai percorrer Angola, durante dez dias, tal como os restantes nove países.

Esta afigura-se como a fase mais decisiva e marca o ponto de viragem decisivo para a preparação do maior evento desportivo juventil da África Austral.

Segundo uma nota enviada ao JA Online, faltam 229 dias para os Jogos da Juventude Maputo 2026.

A abertura vai acontecer no Estádio da Independência Nacional.

Da prontidão das infra-estruturas aos sistemas de acreditação, da capacidade médica à organização das competições, todos os pilares do evento estão agora sob avaliação rigorosa.

As equipas estão a evoluir de estruturas isoladas para um sistema integrado.

Por sua vez, os Jogos introduzem um marco histórico com a participação da “Equipa da Paz” que vai ser composta por atletas refugiados, competindo como a 11.ª Nação.

O documento acrescenta que serão plantadas 200 casuarinas e jacarandás na Praia da Katembe no próximo dia 4 de Dezembro, enquanto uma Feira de Negócios acontecerá na Fortaleza de Maputo, com direito um espaço de exposição para cada país participante.

O Conselho Desportivo da União Africana (AUSC) da Região 5 dá conta, igualmente, de um conjunto de Programas de Engajamento com a Juventude que decorrerão e da recepção cultural destinada a cada delegação de forma personalizada e singular.

Por outro lado, foi reforçada a necessidade urgente de criação de um Secretariado Permanente dos Jogos para garantir a execução diária e a coordenação operaciona

Citado pelo comunicado, o CEO da prova diz que: “Maputo 2026 já não é uma visão — é uma responsabilidade. O que fizermos agora irá definir não apenas estes Jogos, mas o padrão de excelência da nossa região.”

A capital moçambicana passa a deixar de ser intenção futura para ser um teste presente de coordenação, de liderança e da capacidade de África entregar ao mais alto nível.

Os trabalhos prosseguiram, segunda-feira, com uma reunião dos Chefes de Missão dos dez países da Região 5: Angola, Botswana, Eswatini, Malawi, Moçambique, Namíbia, Lesotho, África do Sul, Zâmbia e Zimbabwe.

 

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