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Processo de exportação de mercadorias será mais fácil

Exportação de marcadorias
Exportação de marcadorias Imagens: correiodigital.net

Redacção

Publicado às 13h05 21/06/2024 - Actualizado às 13h05 21/06/2024

Luanda - O processo de exportação de mercadorias vai ser facilitado com a implementação da Janela Única do Comércio Externo (JUCE), anunciou quinta-feira, em Luanda, a secretária de Estado para o Comércio e Serviços, Augusta Fortes, durante a II edição do Fórum do Comércio Internacional. 

Em declarações à imprensa após o Fórum que decorre sob o lema "Desafios para a Facilitação do Comércio em Angola”, assegurou que a plataforma visa simplificar, desburocratizar, bem como desmaterializar os processos de exportação.

Disse tratar-se de uma plataforma única, onde vai ser remetida e retirada as solicitações feitas para o processo de exportação.

A iniciativa, sublinhou, surgiu em função das preocupações apresentadas pelos exportadores no excesso de documentos solicitados no acto de exportação. Nela, todos os intervenientes vão estar interligados.

"Estamos a falar do sistema de interligação dos sistemas que concorrem ao processo de importação e exportação. Isso certamente constitui um desafio, entretanto, a ideia é diminuir a intervenção humana, porque o comércio internacional hoje é um comércio sem papel e passar para a digitalização será uma mais-valia”, frisou.

A secretária de Estado avançou ainda que o projecto está em avaliação, mas que já conta com o aval do Banco Mundial para o financiamento.

Em relação ao Fórum, Augusta Fortes afirmou ser um palco propício para se poder falar do processo de importação e exportação, as reais barreiras que existem e propostas para poder eliminar essas barreiras.

A propósito, disse que já se começa a assistir exportação fora dos produtos petrolíferos.

"Temos representado aqui neste fórum a Nova Agrolíder, que é um dos maiores exportadores de hortícolas e frutas. Temos também a empresa Food Care, que já está a exportar produtos industrializados. Então, temos aqui a representatividade da produção nacional”, frisou.

Indicou que actualmente, pode-se afirmar que os produtos não petrolíferos "já contribuem para o PIB a três por cento, ainda de forma tímida, mas está-se melhor que ontem".

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