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Angola vai participar na Cimeira Africa 2025 do Financial Times

Cimeira África 2025 do Financial Times
Cimeira África 2025 do Financial Times Imagens: DR

Redacção

Publicado às 12h54 11/08/2025 - Actualizado às 12h54 11/08/2025

Luanda - Angola vai participar na 12.ª edição da cimeira anual do Financial Times (FT Africa Summit), que terá lugar, nos dias 21 e 22 de Outubro deste ano, em Londres, na Inglaterra.

 A cimeira reunirá chefes de Estado africanos, decisores políticos, presidentes executivos, investidores e empreendedores da nova geração para debater o papel global do continente, num cenário marcado pela incerteza geopolítica, pela reestruturação económica e pelas transições tecnológicas, refere uma nota, enviada ao JA Online.

O evento sob o tema "África num mundo em mudança" destacará a esperada transição para as energias renováveis, a expansão industrial e a crescente influência do empreendedorismo jovem na promoção do crescimento sustentável.

Desde reformas políticas na Nigéria, Angola e África do Sul, aos avanços na tecnologia financeira, inteligência artificial e infra-estruturas digitais, a edição de 2025 irá explorar como os países africanos estão a adoptar a inovação e a transformar as economias, acrescenta o documento.

As sessões serão conduzidas por editores séniores do Financial Times, proporcionando debates sobre geopolítica, tecnologia, energia, infra-estruturas, comércio, investimento e finanças.

No grupo de oradores de alto nível consta o presidente da Comissão da União Africana, Mahamoud Ali Youssouf, ministro das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Ronald Lamola, ministro Principal e Chefe de Inovação do Governo da Serra Leoa, David Sengeh, a ministra das Finanças, Vera Daves, o presidente da Infinity Power, Mohamed Mansour, e o vice-presidente Sénior para África da TotalEnergies, Mike Sangster, juntamente com ministros.

A FT Africa Summit consolidou-se como uma plataforma essencial para fomentar o diálogo e criar ligações entre África e o mundo, oferecendo acesso directo a investidores internacionais, instituições de desenvolvimento e a uma vasta rede de intervenientes africanos e globais, indica o documento. 

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