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Refinados de petróleo custaram 709,32 milhões de dólares no terceiro trimestre

Bombas de Combustível Sonangol
Bombas de Combustível Sonangol Imagens: Fonte: Site Sonangol

Redacção

Publicado às 13h16 05/11/2025

Luanda – A aquisição de 1,2 milhões de toneladas métricas de combustíveis refinados para comercialização, no terceiro trimestre do corrente ano, custou 709,32 milhões de dólares, foi dado a conhecer na semana finda, em Luanda.

De acordo com o director-geral adjunto do Instituto Regulador de Derivados de Petróleo, António Feijó, no período em referência registou-se um aumento de 47,32 milhões de dólares, comparativamente ao terceiro trimestre de 2024.

Deu a conhecer que 70 por cento dos refinados adquiridos foi importado, 29 por cento saiu da refinaria de Luanda e um por cento da Cabgoc-Topping de Cabinda.

Precisou que, da quantidade adquirida, cerca de 61 por cento corresponde a gasóleo, 25,94 a gasolina, 7,26 a fuel oil, 4,10 a jet A1, 0,96% a kerosene e o restante 0,84 a asfalto.

António Feijó disse que o volume de vendas globais, no período em referência, foi de um milhão 161 mil 527 toneladas métricas, registando um decréscimo de aproximadamente quatro por cento, em relação ao trimestre anterior.

Quanto à quota de mercado em termos de volume de vendas de combustíveis líquidos, adiantou, a Sonangol Distribuição e Comercialização domina com 62,3 por cento, seguida da Pumangol (20,0), Sonangalp (8,6), TotalEnergies Marketing Angola (7,2) e Etu Energias (2,0).

No segmento de betume asfáltico, realçou que as vendas totalizaram aproximadamente 13 mil 710 toneladas métricas, reflectindo um incremento de 25 por cento, em relação ao período anterior.

No domínio do gás, o director-geral adjunto do instituto deu a conhecer que, no período em análise, foram introduzidas no mercado cerca de 158 mil 555 toneladas métricas de gás de cozinha, sendo 56 por cento proveniente da Fábrica Angola LNG, 38 do Sanha, cinco da refinaria de Luanda e um por cento do Topping de Cabinda, não se tendo registado importação do produto.

No trimestre em referência, realçou, foram vendidas 139 mil 199 toneladas métricas de gás de cozinha, representando um incremento de cerca de cinco por cento, em relação ao trimestre anterior.

A produção de garrafas de gás do tipo 12 quilograma totalizou 15 mil 423 unidades, uma redução de 29 por cento, em relação ao trimestre anterior, náo tendo havido operações de requalificação de garrafas.

Neste segmento, a Sonangol Gás e Energias Renováveis liderou as vendas, com uma quota de 77,7 por cento, seguida da Saigás com 10,6, Progás com 6,7, Gastém com 3,3 e Canhongo Gás com 1,7.

As províncias que mais consumiram gás foram Luanda (51,9 por cento), Benguela (9,9), Icolo e Bengo (6,5), Huila (6,1) e Bengo (3,5)..

Em relação aos lubrificantes, foi registado um volume de aproximadamente sete mil 955 toneladas métricas comercializadas no mercado interno pelas principais empresas, representando uma redução de cerca de 17 por cento, em relação ao trimestre anterior.

Do volume total, revelou, apenas 490 toneladas métricas foram de produção nacional, tendo a Chinangol liderado as vendas no mercado de lubrificantes, com uma quota de 9,8 por cento, seguida pela Jambo com 8,6, Lubritec com 8,2, Geosam com 7,3 e Sonangol Distribuição e Comercialização com 6,2.

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