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Angola possui um dos maiores potenciais para a geração de energia renovável

Participantes na Conferência sobre a Parceria Energética entre Angola e Alemanha
Participantes na Conferência sobre a Parceria Energética entre Angola e Alemanha Imagens: DR

Redacção

Publicado às 12h17 07/11/2025 - Actualizado às 12h17 07/11/2025

Luanda - Angola possui um dos maiores potenciais da África Austral para a geração de energia renovável solar hídrica, afirmou, quarta-feira, em Luanda, Vandre Spellmeier. do Gabinete Alemão-Angolano de Hidrogénio (H2-diplo).

De acordo com uma nota citada pelo JA Online, para Vandre Spellmeier, esta relevância estratégica é de assinalar uma vez que Angola é um actor fundamental para impulsionar a industrialização sustentável e para o fortalecimento do sector junto dos mercados internacionais compradores e financiadores.

Segundo o responsável, que falava durante a Conferência sobre a Parceria Energética entre Angola e Alemanha, “nos últimos anos a cooperação entre Angola e Alemanha ganhou uma nova dimensão com o surgimento do programa H2-diplo”.

Trata-se de “uma iniciativa do Ministério Federal das Relações Exteriores daquele país europeu destinada a promover o diálogo internacional, a capacitação técnica no domínio do hidrogénio e o desenvolvimento de projectos sustentáveis que possam atender demandas externas, mas ao mesmo contribuir para a industrialização local por meio da criação de novas cadeias de valor”, sublinhou

Porém, agora entra numa nova etapa com o Baseline Study que servirá de ponto de partida para a criação da Estratégia Nacional de Hidrogénio de Angola.

Por seu lado, Orlando da Mata, da Sonangol, afirmou, durante a sua intervenção, que a transição energética em curso global é algo incontornável e que Angola é um país que possui um grande potencial energético com a oportunidade de estabelecer uma parceria sólida que combina desenvolvimento tecnológico e potencial energético natural com um dos líderes na geração de energias renováveis do mundo.

Participaram do encontro o secretário de Estado da Energia, Arlindo Carlos, e o secretário de Estado do Ministério Federal da Alemanha da Economia e Energia, Thomas Steffen, além de representantes de ministérios e empresas do sector.

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