INSPECçãO

Sistema Nacional de Inspecção Económica em reformulação em 2026

ministro da Indústria e Comercio, Rui MiguênsImagem: DR

03/01/2026 09h45

Luanda –O ministro da Indústria e Comércio, Rui Miguêns de Oliveira,.disse, em Luanda, que, em 2026, vão apostar na reformulação do Sistema Nacional de Inspecção Económica para lhe conferir transparência, assertividade e garantir concorrência entre os operadores.

Ao discursar na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, terça-feira última, sublinhou que a aposta passa por garantir qualidade aos bens e serviços postos à disposição dos consumidores.

Recordou que a Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA) tem sido um elemento chave na regulação da actividade comercial e na protecção.

Assegurou que a constatação é que o sistema de inspecção económica do país precisa de ser reavaliado e reestruturado numa nova base, que dê mais transparência à actividade comercial e mais eficácia a actuação da ANIESA.

Segundo Rui Miguêns de Oliveira, a ideia é ter um instrumento que possa usufruir de mais compreensão e percepção da sua utilidade pelo público, incluindo consumidores, produtores e os que desenvolvem actividade comercial.

Em relação ao ano de 2025, recordou que, de acordo com as contas nacionais do terceiro trimestre, o PIB cresceu 1,82 por cento, comparando a igual período de 2024, impulsionado pelo desempenho do sector não petrolífero, que cresceu 4,14 por cento, compensando a contracção de 7,77 por cento do petrolífero.

Destacou o papel do seu sector neste crescimento, tendo a indústria transformadora registado um desempenho de 13,02 por cento e o comércio crescido 3,29 por cento.

Deu a conhecer que, no âmbito do Plano Integrado de Desenvolvimento do Comércio Rural (PIDCR), foram já capacitadas cooperativas nas províncias do Cuanza Sul, Huambo e Bié.

Destacou a simplificação dos procedimentos de exportação, que visam conferir maior competitividade aos produtos nacionais nos mercados externos, sublinhando que, como resultado directo das políticas de incentivo à produção interna, Angola alcançou a auto-suficiência em produtos como farinha de trigo, fuba de milho e óleo alimentar.

Mais lidas


Últimas notícias