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Registada variação de 3,10 por cento no IPP em Fevereiro de 2026

INE
INE Imagens: DR

Redacção

Publicado às 10h16 01/04/2026

Luanda - O Índice de Preços no Produtor (IPP) registou uma variação mensal de 3,10 por cento, em Fevereiro último, o que representou uma descida de 2,33 por cento, em relação ao mês de Janeiro do corrente ano.

A informação consta na Folha de Informação Rápida divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), sublinhando que a indústria extractiva foi a que registou maior variação no índice de preços, em Fevereiro, com 3,58 por cento.

O documento, retomado pela Angop, adianta que a variação homóloga do IPP foi negativa e fixou-se em 2,59 por cento, representando uma queda de 7,60 pontos percentuais, em relação ao mesmo período de 2025.

A nota esclarece que a variação acumulada de Dezembro de 2025 a Fevereiro de 2026 fixou-se em 8,69 por cento.

De acordo com os dados, a Indústria extractiva foi a que registou maior variação positiva de preços, avaliado em 3,58 por cento, comparativamente ao mês anterior, seguida da transformadora, com apenas 0,50 por cento.

O INE diz que comparativamente ao período homólogo, observou-se maior variação positiva de preços na indústria de produção e distribuição de electricidade, gás e vapor, e transformadora, com 11,54 e 5,38 por cento, respectivamente.

Destaca-se que a indústria extractiva teve variação de preço negativa, em torno de 3,96 por cento.

Segundo a nota, os produtos de energia registaram a maior variação mensal positiva de preços, ao atingir 4,28 por cento, representando uma diminuição de 3,04 pontos percentuais, em relação ao mês anterior, seguido dos bens de consumo e bens intermédios, com 0,42 e 0,13 por cento, respectivamente.

Por sua vez, os bens intermédios apresentaram uma variação negativa de 6,48 por cento, sendo 0,45 por cento superior, em relação ao mês anterior.

Comparativamente ao período homólogo, os preços de bens de investimento variaram em 6,25 por cento, correspondendo a um aumento de 0,71 ponto percentual.

Segundo o relatório, os bens de consumo variaram em 3,94 por cento, traduzindo uma desaceleração de 1,60 pontos percentuais, enquanto os produtos de energia registaram uma variação de 0,03 por cento, representando uma redução de 4,99 pontos percentuais e os bens intermédios apresentaram uma variação de negativa de 28,96 por cento, o que corresponde a uma queda de 33,86 por cento, face ao mês de Fevereiro de 2025.

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