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Plataforma petrolífera angolana "Kaminho" a 50 por cento de execução física

Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, encontra-se na China para constatar o andamento da construção da plataforma Kaminho
Ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, encontra-se na China para constatar o andamento da construção da plataforma Kaminho Imagens: Cedida

Redacção

Publicado às 10h13 10/04/2026

Luanda – A Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência "Kaminho", em construção na cidade industrial chinesa Natong, está a 50 por cento de execução física, segundo indica o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás (MIREMPET).

Destinada ao bloco 20, um dos projectos estratégicos para o desenvolvimento do sector petrolífero nacional, a plataforma poderá impulsionar a atracção de novos investidores para a bacia onde se insere o projecto, de acordo com uma nota do ministério, tornada pública esta quinta-feira.

Para o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, que trabalha na China para constatar o nível de execução do projecto, o progresso alcançado constitui um sinal positivo para o futuro da exploração petrolífera no país.

A nota adianta que Diamantino Azevedo aproveitou a ocasião para agradecer a todos os profissionais envolvidos no projecto, reconhecendo a elevada complexidade tecnológica dos trabalhos em curso.

“Trata-se de um trabalho tremendo, que exige elevado nível de competência e dedicação. A concretização de metade do projecto demonstra o empenho e a capacidade técnica das equipas envolvidas. Quero encorajar a todos para que continuem com o mesmo nível de empenho”, sublinhou o ministro.

Dirigiu uma mensagem aos jovens integrados no projecto, incentivando-os a aproveitarem a oportunidade, não apenas para contribuir para o desenvolvimento do país, mas também para adquirirem experiência e competências no sector petrolífero.

Quanto aos prazos de execução da unidade flutuante, Diamantino Azevedo reiterou a importância do cumprimento rigoroso do cronograma, e apelou a esforços adicionais para, sempre que possível, antecipar a conclusão das obras.

Qualquer redução no tempo de execução, acrescentou, representará ganhos relevantes para o país e para o sector.

A construção da plataforma insere-se na estratégia do Executivo angolano para reforçar a produção petrolífera, diversificar a economia e consolidar a posição de Angola como um dos principais produtores de petróleo em África.

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