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Banco de Omã inicia-se no mercado angolano com mais de 18 mil milhões de kwanzas

Presidente do Conselho de Administração do African Bank of Omã, Tariq Ateeq, presta declarações à imprensaImagem: DR

18/04/2026 09h18

Luanda – O African Bank of Oman vai iniciar a sua actividade bancária em Angola com um capital de 18 mil 240 milhões de kwanzas, anunciou, esta sexta-feira, em Luanda, o presidente do Conselho de Administração da instituição, Tariq Ateeq.

Em declarações à imprensa, no final de uma audiência concedida pelo ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, adiantou que o banco do Sultanato de Omã vai apoiar as pequenas e médias empresas, assim como projectos de grande dimensão em Angola.

“Acreditamos que a nossa presença em Angola poderá complementar os esforços do Governo para alcançar os seus objectivos macro-económicos, para além de apoiar o país em iniciativas de captação de recursos e gestão da dívida pública”, sublinhou.

Entre os sectores prioritários a apostar, numa primeira fase, Tariq Ateeq apontou a agricultura, construção de linhas de transporte de energia, turismo, transporte e logística como focos da actividade do banco.

Sublinhou que a sua instituição está comprometida em apoiar o crescimento económico de Angola e pretende trazer a sua experiência internacional para fortalecer as trocas comerciais e o investimento directo estrangeiro entre Angola e o Médio Oriente.

Frisou que o banco cumpriu com o capital social mínimo exigido para operar em Angola, garantindo que a sua instituição dispõe de recursos financeiros para responder aos desafios de investimentos de Angola.

O African Bank of Oman, com matriz no Sultanato de Omã, actua nas áreas da banca transaccional, financiamento do comércio internacional, operações cambiais, gestão de tesouraria e assessoria financeira corporativa, apoiando operações económicas e financeiras entre Angola, o Médio Oriente e outros mercados internacionais.

Licenciado pelo Banco Nacional de Angola, o banco vai operar com base em elevados padrões de governação, controlo interno e gestão de risco, assumindo um compromisso com a transparência, conformidade regulatória e desenvolvimento sustentável.

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