INVESTIMENTO

Empresários congoleses interessados em investir na Fronteira do Luvo

Posto fronteiriço do Luvo, ZaireImagem: DR

12/05/2026 12h51

Luanda - A Câmara de Comércio e Indústria Angola–República Democrática do Congo registou cinco manifestações de interesse de empresários congoleses em investir no sector do Turismo, por via da construção de unidades hoteleiras na fronteira do Luvo, Zaire.

A constatação, segundo o JA Online, foi feita pelo presidente da referida Câmara, Jó Mpiaça, que considerou a fronteira do Luvo uma aposta acertada no turismo, não obstante o facto daquela zona, até agora, não ter implantada nenhuma unidade hoteleira, aparthotel ou mesmo uma hospedaria para acolher os empresários, comerciantes, turistas e profissionais no local.

O responsável considera a elevação do Luvo à categoria de município um gesto que abre oportunidades de negócios e de mobilização da classe empresarial dos dois países irmãos que actuam no sector da Hotelaria e Turismo a olharem para a fronteira do Luvo como lugar para futuros investimentos turísticos e não apenas de transacções comerciais.

Jó Mpiaça acredita que a realização do Fórum Económico, a decorrer em Junho deste ano em Kinshasa, RDC, vai servir para acelerar o processo de criação de condições para que os profissionais que trabalham na fronteira do Luvo possam ali pernoitar depois do cumprimento da jornada laboral, sem necessidade de percorrer 60 quilómetros até MBanza Kongo.

“Conhecemos investidores que passam pelo Luvo, utilizam a fronteira apenas como passagem e não conseguem pernoitar porque não há local para se hospedar”, informou.

O empresário aplaudiu, por outro lado, a reabilitação das infra-estruturas na fronteira do Luvo que hoje se encontram inovadas e requalificadas, oferecendo melhores condições de trabalho para as transacções.

"O trabalho feito no Luvo veio melhorar as trocas comerciais entre os dois mercados, o que é de louvar e agradecemos o Executivo angolano pelo apoio que tem dado para o fomento do comércio no seio da classe empresarial nacional e dos países vizinhos", reconheceu Jó Mpiaça.

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