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Província de Luanda concentra 30,86 por cento das obras em curso no país

Escola em obras
Escola em obras Imagens: DR

Redacção

Publicado às 11h25 15/09/2026 - Actualizado às 11h25 15/09/2026

Luanda – A província de Luanda concentra 30,86 por cento das mil 241 obras visitadas, no segundo trimestre de 2026, para o Inquérito de Acompanhamento dos Edifícios em Construção, realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com a Folha de Informação Rápida divulgada no site do INE, depois de Luanda, destaca-se o Huambo com 12,33 por cento, Namibe 9,91, Cuanza Sul 9,27, Icolo e Bengo 6,53 e Bié 5,64, enquanto as demais províncias registaram variações abaixo de cinco por cento.

Segundo o INE, no segundo trimestre de 2026, o número de obras por província distribuiu-se em cinco mil e nove obras destinadas a categoria Habitar, 479 a Uso próprio e 203 com Propósito misto.

Quanto a distribuição percentual das obras por província, os dados indicam que na categoria das obras para Habitar destacam-se as províncias de Benguela com 19,84 por cento, Cubango com 10,50, Luanda com 7,47, Bié com 6,65, Uíge com 6,41, Huíla com 6,11 e Cabinda com 6,01.

Em relação ao Uso Próprio, destacam-se o Uíge com 19,42 por cento, Zaire com 11,06, Benguela com 9,60, Bié com 7,31 e Namibe com 5,43.

Na categoria Propósito Misto, destacam-se o Cuando com 17,24 por cento, Zaire com 9,36, Cubango, Huambo e Lunda Sul com 7,39 cada, Cabinda e Icolo e Bengo com 6,90 cada, Moxico Leste com 5,91 e Bié e Uíge com 5,42 cada.

A informação do INE refere que, no segundo trimestre de 2026, foram visitadas cinco mil 691 obras, entre as quais mil 241 encontravam-se na categoria de Em construção e quatro mil 450 na Paralisadas.

Comparativamente ao primeiro trimestre de 2026, registou-se uma redução de 441 obras visitadas, o que representa 7,19 por cento do total de obras visitadas no período.

Adianta que as obras por tipo de construtor estão representadas por Empresa privada com 103 unidades, Profissional/Mestre de obra com 849 unidades e Familiar com quatro mil 739 unidades.

Para as obras por tipo de construtor, salienta a informação, na categoria de Empresa privada destacam-se as províncias de Luanda e Icolo e Bengo, com 18,45 por cento cada, Bié e Cuanza Sul com 8,74 cada uma, e Huambo com 6,80.

Relativamente ao tipo de construtor Profissional/Mestre de obra ressaltam as províncias de Luanda com 37,34 por cento, Huambo com 14,61, Namibe com 8,83, Cuanza Sul com 7,07 e Huíla e Icolo e Bengo cada com 5,06.

Já na categoria Familiar destacam-se as províncias de Benguela com 21,90 por cento, Cubango com 11,63, Uíge com 8,67, Bié com 7,45, Cabinda com 6,67, Huíla com 6,14, Zaire com 5,68 e Moxico com 5,57.

Quanto ao número de obras por destino, o INE assegura que, no segundo trimestre de 2026, observaram-se cinco mil 155 residenciais e 536 não residenciais, nas áreas da indústria, comércio, hospitais, escolas, escritórios, igrejas e hotéis.

No que concerne a categoria residencial destacam-se Benguela com 19,19 por cento, Cubango 10,79, Uíge com 8,19, Luanda com 7,20, Bié com 7,12, Huíla com 6,23, Zaire com 5,30 e Moxico com 5,20.

Na categoria não residencial destacam-se Cabinda com 52,05 por cento e Benguela com 9,70.

Os resultados constantes da Folha de Informação Rápida do segundo trimestre de 2026 do Inquérito de Acompanhamento dos Edifícios em Construção (IAEC) têm carácter provisório, sendo os definitivos publicados posteriormente no anuário.

O IAEC tem cobertura nacional e considera as obras que estiveram em construção durante o período de recolha.

As obras apresentadas são cumulativas e compreendem as que foram objecto da amostra de seguimento resultante das obras visitadas no primeiro trimestre de 2026, que representam 90% da base inicial, bem como as novas.

A operação de recolha de dados do Inquérito aos Edifícios em Construção passou a abranger as novas províncias de Icolo e Bengo, Moxico Leste e Cuando, a partir do primeiro trimestre de 2026, depois de criadas no âmbito da nova divisão político-administrativa do país.

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