Economia

Economia


PUBLICIDADE

TAAG liberta lugares bloqueados e regista 96,9% de emissões na rota Luanda-Cabinda

Embarque de passageiros pela TAAG
Embarque de passageiros pela TAAG Imagens: DR

Nunes Hebo

Publicado às 13h14 07/10/2026 - Actualizado às 13h14 07/10/2026

Luanda - A TAAG libertou desde o dia 15 de Setembro último, cerca de 9.800 lugares que estavam bloqueados e que passaram a estar disponíveis no sistema de reservas para viagens até 31 de Dezembro próximo.

No mesmo período, a companhia disponibilizou 47.104 lugares em classe económica na rota Luanda-Cabinda, dos quais 45.621 já foram emitidos em bilhetes, correspondendo a uma taxa de emissão de 96,9%.

Os dados constam de um comunicado divulgado pela companhia aérea nacional, na terça-feira, retomada pela Rede Girassol, e reflectem os resultados das medidas adoptadas a 15 de Setembro para reduzir as reservas não garantidas e aproximar a oferta disponível da procura efectiva dos passageiros.

Com a alteração, a comercialização da rota passou a ser feita exclusivamente através dos canais oficiais da companhia, nomeadamente o website, a aplicação móvel, o Contact Center e a loja da TAAG em Cabinda.

A medida permitiu um maior controlo sobre o inventário e reduziu situações em que lugares permaneciam bloqueados por reservas que não chegavam a ser confirmadas.

Segundo a companhia, a libertação dos cerca de 9.800 lugares permitiu aumentar a capacidade efectivamente acessível aos passageiros através dos canais oficiais, contribuindo para uma gestão mais rigorosa da oferta na ligação entre Luanda e Cabinda.

Os dados globais do período indicam uma procura elevada pela rota. Em Outubro, a capacidade actualmente disponibilizada em classe económica encontra-se totalmente comercializada, enquanto Novembro e Dezembro registam taxas de emissão de 96,8% e 93,5%, respectivamente.

Para a TAAG, os indicadores demonstram a importância da ligação aérea para a mobilidade de passageiros e empresas entre Luanda e Cabinda, ao mesmo tempo que reflectem os efeitos da alteração introduzida no modelo de comercialização.

O Presidente do Conselho de Administração da TAAG, Clóvis Rosa, considera que a medida permitiu obter uma leitura mais rigorosa da procura e gerir os lugares disponíveis com maior transparência e previsibilidade.

A companhia garante que continuará a acompanhar a evolução da procura e dos níveis de serviço, com o objectivo de optimizar a capacidade disponível e melhorar a experiência dos passageiros que utilizam a ligação entre Luanda e Cabinda.

PUBLICIDADE