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África Subsaariana cresce mais e emprego e pobreza continuam a preocupar

Bandeiras de Angola e do Banco Mundial
Bandeiras de Angola e do Banco Mundial Imagens: DR

Redacção

Publicado às 13h50 07/10/2026

Luanda - O Banco Mundial prevê que a economia da África Subsaariana cresça 4,3 por cento este ano.

A melhoria ainda é insuficiente para reduzir substancialmente a pobreza e criar empregos para uma população activa em rápido crescimento.

Na actualização económica divulgada ontem, a instituição reviu em alta as previsões para perto de três quartos dos países da região. Angola, Etiópia, Nigéria e Zâmbia estão entre as economias com melhores perspectivas.

Segundo o Banco Mundial, as reformas económicas, o aumento da procura interna e novos investimentos ajudam a sustentar o crescimento.

Persistem, porém, pressões sobre as famílias e os Estados. A subida dos preços internacionais dos combustíveis, alimentos e fertilizantes ameaça agravar a inflação. E os encargos da dívida continuam a limitar os recursos disponíveis para saúde, educação e infra-estruturas.

O relatório dedica também atenção à inteligência artificial. A instituição defende aplicações adaptadas às necessidades africanas, na agricultura, saúde e educação. Para isso, aponta como prioridades electricidade fiável, acesso à Internet e formação.

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