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Pilotos da British Airways delirados após comerem gomas com droga

Pilotos da British Airways delirados após comerem gomas com droga
Pilotos da British Airways delirados após comerem gomas com droga Imagens: DR

Redacção

Publicado às 15h31 12/02/2026

Londres - Três comissários de bordo da British Airways terão ficado "fora de si" após consumirem gomas com marijuana oferecidas por um passageiro. O dia em que a situação aconteceu não foi revelado, mas a informação foi conhecida agora.

O episódio foi avançado pelas publicações britânicas na quarta-feira, que dão conta de que os funcionários consumiram as gomas já depois de saírem do avião, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Segundo a imprensa, não é incomum que sejam oferecidos doces aos comissários de bordo, nomeadamente, em voos longos como este, que partiu do Aeroporto de Heathrow, em Londres, no Reino Unido.

Os doces foram consumidos no autocarro dos funcionários da companhia aérea e, desde logo, o trio percebeu que algo de errado se passava. Na chegada ao hotel, os três já estavam a sentir-se fora de si e começaram a entrar em pânico, dado que não estavam a perceber a razão para se sentirem alterados.

"Foi uma sorte que os doces não tenham sido dados durante a viagem", explicou uma fonte próxima do caso à imprensa britânica.

Os três funcionários da companhia aérea britânica foram levados para o hospital e foi ativada uma nova equipa para fazer o voo de regresso até à capital britânica.

Dias mais tarde, os três regressam a Londres num voo da companhia, mas como passageiros. A companhia aérea abriu uma investigação por forma a identificar o passageiro que ofereceu as gomas alteradas aos funcionários. Esta pessoa poderá ainda enfrentar alguns problemas com as autoridades, dado que acabou por colocar em risco o comportamento de funcionários.

"Algumas pessoas podem achar este incidente engraçado, mas a British Airways está a tratar dele com muita seriedade. Se toda a tripulação ficasse incapacitada a 9.000 metros de altitude após ingerir drogas letais, as consequências seriam impensáveis", referiu a mesma fonte próxima do caso.

 

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