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Irão recusa pedido de rendição incondicional e ataca petroleiro no Golfo

Irão recusa pedido de rendição incondicional
Irão recusa pedido de rendição incondicional Imagens: DR

Redacção

Publicado às 17h21 07/03/2026

Teerão - O presidente do Irão recusou hoje o pedido de rendição incondicional pelos Estados Unidos, considerando-o um “sonho que devem levar para o túmulo”, no dia em que Teerão anunciou ter atacado um petroleiro.

Trata-se de um “sonho que eles devem levar para o túmulo”, afirmou o Presidente Masoud Pezeshkian num discurso transmitido pela televisão estatal.

Hoje, pela agência de notícias Tasnin, as autoridades iranianas disseram que atacaram um petroleiro no Golfo Pérsico, no oitavo dia da guerra com Israel e os Estados Unidos.

“Esta manhã, o petroleiro chamado Prima foi atingido por um drone explosivo, depois de ter ignorado repetidos avisos do exército dos Guardas da Revolução sobre a proibição do tráfego e a insegurança do estreito de Ormuz”, indicou a Guarda da Revolução em comunicado.

Na mensagem televisiva, o chefe de Estado iraniano pediu desculpa pelos ataques a alvos não militares nos países da região, sugerindo que foram causados por falhas de comunicação.

Desde o início do conflito, o Irão atingiu ataques a infraestruturas no Bahrein, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, nalguns casos com danos civis.

Do lado dos EUA, o Presidente, Donald Trump aprovou novas vendas de armas a Israel e avisou para novos bombardeamentos mais intensos.

Em resposta, o embaixador do Irão na ONU disse que o país “tomaria todas as medidas necessárias” para se defender.

Um vídeo da agência de notícias Associated Press mostrou explosões e fumo a subir sobre o oeste de Teerão, enquanto Israel afirmava ter iniciado uma ampla onda de ataques.

Também hoje, ouviram-se fortes estrondos em Jerusalém e os mísseis lançados pelo Irão levaram as pessoas a dirigirem-se para abrigos antiaéreos em todo o território israelita.

Os EUA e Israel atacaram o Irão com bombardeamentos, visando as suas capacidades militares, liderança e programa nuclear.

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