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Incêndio obriga à retirada de cerca de 700 pessoas numa ilha croata

Incêndio florestal obriga à retirada de cerca de 700 pessoas na ilha croata de Bra?
Incêndio florestal obriga à retirada de cerca de 700 pessoas na ilha croata de Bra? Imagens: DR

Redacção

Publicado às 23h24 13/09/2026

Milna — Cerca de 700 pessoas foram retiradas por via marítima da ilha croata de Bra durante a noite, depois de um incêndio florestal de grandes proporções ter ameaçado a localidade de Milna e outras zonas próximas.

O fogo propagou-se rapidamente devido aos ventos fortes, obrigando as autoridades a adoptar medidas de emergência para proteger residentes e visitantes.

As chamas atingiram várias áreas da ilha e avançaram em direcção a Milna, uma localidade turística situada na costa da Dalmácia. As autoridades mobilizaram equipas de bombeiros para tentar impedir que o incêndio alcançasse zonas habitadas e instalações turísticas.

A retirada das pessoas foi realizada por via marítima, numa operação destinada a retirar residentes e turistas das áreas consideradas de maior risco. A medida permitiu reduzir a pressão sobre as estradas locais, que poderiam ficar congestionadas caso a evacuação fosse realizada exclusivamente por via terrestre.

As condições meteorológicas dificultaram o trabalho das equipas de combate. Os ventos fortes contribuíram para a propagação das chamas, enquanto a vegetação seca proporcionou condições favoráveis ao avanço do incêndio.

Os bombeiros continuavam empenhados em conter as frentes de fogo e impedir que estas atingissem novas zonas habitadas. As autoridades mantiveram a vigilância sobre a evolução das chamas, sobretudo nas áreas próximas de Milna.

O incêndio ocorre num período em que várias regiões mediterrânicas têm enfrentado uma época particularmente difícil de fogos florestais. Na Croácia, Espanha, França e noutros países europeus, as temperaturas elevadas, a secura da vegetação e os ventos têm contribuído para aumentar o risco de incêndios.

As autoridades locais apelaram à população e aos visitantes para seguirem as instruções dos serviços de emergência e evitarem aproximar-se das áreas afectadas.

A prioridade mantém-se na protecção das pessoas e na contenção do incêndio antes que este possa atingir novas comunidades.

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