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Assinalado aniversário das Nações Unidas

Logotipo da ONU
Logotipo da ONU Imagens: Divulgação

Redacção

Publicado às 13h32 25/10/2024 - Actualizado às 13h32 25/10/2024

Luanda – O ministro das Relações Exteriores, Téte antónio, reafirmou, esta quinta-feira, em Luanda, o  empenho de Angola no processo de busca de soluções para os conflitos em África, particularmente os do Leste da República Democrática do Congo e do Sudão.

Ao discursar na cerimónia de comemoração dos 79 anos de existência da Organização das Nações Unidas (ONU), Téte António assegurou que Angola continua a defender que o multilateralismo deve ser o único quadro verdadeiramente capaz de salvaguardar os interesses comuns de toda a humanidade.

Ao recordar que o país vai assinalar, em Dezembro próximo, o quadragésimo oitavo aniversário da sua admissão na ONU, desde a sua independência, salientou que o país adoptou o multilateralismo e tem defendido este princípio, tendo reiterado o compromisso com a diplomacia e o diálogo inclusivo e o recurso a meios pacíficos para a resolução dos conflitos.

Referiu que, no quadro do Processo de Luanda, foi alcançado um cessar-fogo no Leste da RDC, que entrou em vigor no dia 4 de Agosto último, estando em negociação uma proposta de Acordo de Paz formulada por Angola, envolvendo a RDC e o Rwanda.

As grandes prioridades do continente africano estão ligadas ao desenvolvimento assente na promoção e intensificação do comércio, sendo essencial a construção de infra-estruturas que garantam a conectividade entre os países africanos, adiantou.

Por seu lado, a representante das Nações Unidas em Angola, Zahira Virani, afirmou que a ONU precisa de membros como Angola, que demonstram o seu compromisso em acções concretas, como é o caso da mediação de conflitos.

Falando no acto, realçou o exemplo claro de como Angola e ONU se apoiam mutuamente, para encontrar soluções africanas para problemas de África, enfatizando Angola demonstra o seu compromisso com o multilateralismo, importante nesta altura em que o mundo está mergulhado em vários conflitos.

Revelou que, este ano, a ONU começou um novo quadro de cooperação para o desenvolvimento sustentável para Angola, nos próximos cinco anos, alinhado às prioridades do Governo, recordando que faltam apenas seis anos para o cumprimento da Agenda 2030, sendo fundamental que os membros olhem para o Pacto do Futuro, de modo a acelerarem o alcance dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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