João Lourenço discursa quinta-feira no Fórum Global Gateway
Luanda - O Presidente da República e em exercício da União Africana, João Lourenço, discursa, esta quinta-feira, em Bruxelas (Bélgica), na segunda edição do Fórum Global Gateway, promovido pela União europeia.
Para o efeito, João Lourenço deslocou-se, esta quarta-feira, com destino a Bruxelas, tendo recebido cumprimentos de despedida, no Aeroporto Internacional "04 de Fevereiro", da Vice-Presidente da República, Esperança da Costa, e membros do seu Executivo.
No evento, João Lourenço vai discursar em nome da União Africana, para exprimir a visão do continente sobre a estratégia da União Europeia para impulsionar a cooperação com outras geografias, em domínios críticos como investigação, digital, energias renováveis, educação e reforço dos sistemas de saúde.
O Fórum Global Gateway é uma iniciativa da União Europeia que visa promover a construção de infra-estruturas sustentáveis de alta qualidade, especialmente em países em desenvolvimento e em mercados emergentes, esclarece uma nota de imprensa do Ministério angolano das Relações Exteriores.
O evento, adianta a nota, reúne Chefes de Estado e de Governo, representantes de organizações multilaterais, instituições financeiras e do sector privado para debaterem oportunidades e desafios da parceria global no actual contexto geopolítico.
O Fórum Global Gateway foi lançado como parte da estratégia da União Europeia para aumentar o seu envolvimento económico e político global, promovendo uma abordagem mais ampla e inclusiva para conectar as economias do mundo por meio de projectos de infra-estruturas.
O Global Gateway foca em áreas como transporte, energia renovável, saúde, telecomunicações e educação, buscando financiar grandes projectos sustentáveis, transparentes e alinhados com os princípios de governança democrática e de direitos humanos.
O fórum funciona como um espaço de discussão e colaboração entre países, empresas e organizações internacionais para alinhar os interesses e estratégias no desenvolvimento das infra-estruturas, e posiciona-se como uma resposta a iniciativas de outros grandes blocos económicos, como a do Cinturão e Rota da China, adianta a nota.