MENSAGEM
Comandante-geral realça papel da Polícia Nacional nos 50 anos de Independência
13/11/2025 10h19
Luanda - O comandante-geral da Polícia Nacional, comissário-geral Francisco Ribas da Silva, afirmou que quando, em 1975, a Bandeira Nacional foi hasteada, a força policial assumiu um papel decisivo, o de garantir a ordem, proteger os cidadãos e afirmar a soberania do novo Estado.
Numa mensagem, citado pelo JA Online, em alusão a celebração do 50.º aniversário da Independência Nacional, celebrado no dia 11 deste mês, referiu que a efeméride representa cinco décadas de um povo que conquistou a liberdade com o sacrifício dos seus filhos, e de uma Polícia Nacional que nasceu dessa luta, moldada pelo espírito de resistência e pela fé na Pátria.
“Hoje, erguemo-nos com orgulho e humildade, conscientes de que a nossa missão é defender o que o sangue dos heróis conquistou: a paz, a segurança e a dignidade do povo angolano”, lê-se na mensagem, em que Francisco Ribas da Silva sublinha, ainda, que a história da Polícia Nacional está entrelaçada à própria História da Nação.
Desde os primeiros dias da Independência, escreveu, a Polícia Nacional de Angola foi o “escudo visível do Estado”, a força que consolidou a autoridade nas cidades, vilas e fronteiras, e que, mesmo em tempos de conflito, se manteve ao lado do povo.
“Com meios limitados, mas com coragem ilimitada, os primeiros agentes e comandantes foram pioneiros da legalidade e da estabilidade, afirmando, nas ruas e nas esquadras, que a Independência devia significar ordem, justiça e dignidade”, frisou.
Realçou, ainda, que durante os anos de conflito, a PNA garantiu o funcionamento das instituições, a protecção da população civil e a defesa dos valores do Estado. Em 2022, acrescentou, quando Angola reencontrou a paz, foi a Polícia Nacional que assumiu a frente na reconciliação social e no restabelecimento da confiança entre o Estado e o cidadão.