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Angola pretende alcançar 90% de cobertura nacional de vacinação até 2030

VacinaçãoImagem: DR

14/11/2025 13h32

Luanda - Angola pretende alcançar 90% de cobertura nacional de vacinação até 2030, para reduzir as crianças zero doses para menos de 5%, eliminar o tétano neonatal e eliminar o poliovírus selvagem e atingir as metas de eliminação do sarampo.

 Os dados constam da Estratégia Nacional de Imunização aprovada, quarta-feira, em Luanda, durante uma reunião presidida pela ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, que contou também com parceiros internacionais, incluindo a Organização Mundial da Saúde.

Entre as principais prioridades da estratégia estão o aumento da cobertura vacinal e o alcance de crianças com zero doses, o fortalecimento dos recursos humanos e da cadeia de frio, o financiamento sustentável do programa e a melhoria da vigilância epidemiológica e da resposta a surtos de doenças imunopreveníveis, segundo um comunicado de imprensa, citado pelo JA Online.

Durante a sua intervenção, a governante afirmou que “o fortalecimento da imunização é um investimento no futuro das nossas crianças e no desenvolvimento do país”, acrescentando que o lançamento desta estratégia ocorre num momento histórico, em que Angola celebra 50 anos de Independência.

Para a ministra, este marco simboliza o compromisso do Estado com a saúde pública e o desenvolvimento humano sustentável, com o apoio contínuo de parceiros como a UNICEF e a OMS.

Representantes dessas agências destacaram igualmente o simbolismo do lançamento da Estratégia Nacional de Imunização nesta data histórica, considerando-a um plano coerente e abrangente que traduz o compromisso conjunto com o fortalecimento do sistema de saúde e a proteção das futuras gerações.

A ministra encerrou a reunião agradecendo o empenho das equipas técnicas e dos parceiros internacionais, reiterando que o sucesso da Estratégia Nacional de Imunização 2026–2030 dependerá da cooperação intersectorial, do engajamento comunitário e da mobilização de recursos nacionais e internacionais, sublinhando que “proteger cada criança angolana é uma responsabilidade partilhada e um investimento no futuro do país”.

 

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