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Angola reafirma compromisso com multilateralismo

Representante permanente de Angola junto das Nações Unidas em Genebra, Ana Maria de Oliveira
Representante permanente de Angola junto das Nações Unidas em Genebra, Ana Maria de Oliveira Imagens: DR

Redacção

Publicado às 09h24 24/01/2026

Luanda - A representante permanente de Angola junto das Nações Unidas em Genebra, Ana Maria de Oliveira, reafirmou, esta sexta-feira, o firme compromisso de Angola com o multilateralismo, os princípios e propósitos da Carta da ONU e o papel central da Assembleia Geral como principal órgão deliberativo e representativo da organização internacional.

Ao intervir na trigésima nona sessão especial do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, que abordou a deterioração da situação no Irão, declarou que o Governo angolano reafirma o seu compromisso com a promoção e protecção dos direitos humanos e liberdades fundamentais, em conformidade com a Carta das Nações Unidas e os instrumentos internacionais relevantes.

Na ocasião, a diplomata disse que as autoridades angolanas reiteram o seu compromisso com a promoção e protecção dos direitos humanos, defendendo o diálogo construtivo e a importância da assistência técnica em matéria de direitos humanos, lê-se numa nota dos Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Missão Permanente de Angola, em Genebra (Suíça).

Ana Maria de Oliveira rejeitou a politização dos direitos humanos e selectividade dos mecanismos especiais, tendo salientado a necessidade de cooperação internacional em matéria de direitos humanos, bem como o respeito pela soberania dos Estados, em conformidade com os vários instrumentos das Nações Unidas.

A representante permanente de Angola em Genebra acredita firmemente que o diálogo, inclusão e envolvimento genuíno entre todas as partes interessadas são os meios mais eficazes para prevenir a polarização e promover soluções sustentáveis e de longo prazo.

Enfatizou que Angola continua empenhada num diálogo construtivo, no âmbito do Conselho dos Direitos Humanos, para reforçar a credibilidade, objectividade e universalidade do Sistema Internacional de Direitos Humanos.

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