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Ministro de Estado destaca papel da Polícia Nacional

Governo destaca papel da Polícia Nacional na defesa da legalidade democrática
Governo destaca papel da Polícia Nacional na defesa da legalidade democrática Imagens: DR

Redacção

Publicado às 12h46 01/03/2026

Luanda - O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado, destacou, sábado, o papel fundamental da Polícia Nacional (PN) na defesa da legalidade democrática, preservação da ordem interna e segurança pública, ao longo dos 50 anos da criação da instituição castrense.

Ao falar no acto central das comemorações do jubileu da Polícia Nacional, em representação do Presidente da República, João Lourenço, sinalizou que perante as ameaças globais a corporação policial nunca desapartou da sua missão consagrada na Constituição, demonstrando com vigor e firmeza a sua capacidade operativa na actuação ante as incertezas.

Segundo o ministro de Estado os resultados positivos só são possíveis porque a corporação incorpora no seu seio um capital humano com altos níveis de preparação nas várias áreas do saber, tecnologia moderna e actual, certeza na missão e segurança na acção.

Lembrou que a institucionalização por Decreto Presidencial do subsistema de condecorações e distinções da PN visa reconhecer os feitos e méritos dos membros da corporação policial na garantia da ordem constitucional, manutenção da segurança e tranquilidade públicas, prevenção e combate à criminalidade, factores preponderantes para a paz social.

Francisco Furtado reconheceu que as
gerações de homens e mulheres que ingressaram ao longo desses anos na corporação souberam responder as missões e tarefas atinentes à segurança pública e ordem interna, perseguindo sempre uma lógica de modernização, desenvolvimento institucional e melhorias no serviço prestado à Nação.

Noutra vertente, frisou que hoje vive-se num mundo global onde as ameaças a segurança, a estabilidade humana, com consequência nacional, são constantes, com destaque para os crimes como o terrorismo, narcotráfico, tráfico de órgãos humanos, crime organizado, criptomoeda, cibercrime, desinformação, violação de fronteiras nas suas dimensões aérea, maritima e terrestre.

Recordou que a actividade policial aventa metodologicamente em três pilares fundamentais: prevenção, investigação e a repressão do crime que são executadas do ponto de vista operacional, por meio de programas e operações cuja finalidade é eliminar ameaças e riscos e promover um ambiente seguro.

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