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Presidente da República felicita Forças Armadas Angolanas pelo Dia da Libertação da África Austral

Presidente João Lourenço
Presidente João Lourenço Imagens: CIPRA-arquivo

Redacção

Publicado às 20h46 23/03/2026 - Actualizado às 20h49 23/03/2026

Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, felicitou, esta segunda-feira, as Forças Armadas Angolanas, que com elevado sentido de patriotismo e profunda reverência, mantém a chama do dia 23 de Março de 1988, consagrado como o Dia da Libertação da África Austral, uma data de inestimável significado histórico para os povos da região.

"Ao celebramos hoje, 23 de Março o 38° Aniversário da Batalha do Cuito Cuanavale, que marca o fim do regime do Apartheid e a consolidação da paz na Região Austral, honramos os combatentes da liberdade, da paz e do desenvolvimento continental", lê-se na mensagem.

Sublinha que "por esta razão, em nome do povo angolano e no meu próprio, felicito e saúdo as Forças Armadas Angolanas, que com elevado sentido de patriotismo e profunda reverência, mantém a chama do dia 23 de Março de 1988, consagrado como o Dia da Libertação da África Austral, uma data de inestimável significado histórico para os povos da região".

João Lourenço refere que "esta efeméride simboliza a coragem, a bravura, a resistência e a determinação do povo angolano e dos povos do continente africano na luta contra a opressão colonial, o Apartheid e todas as formas de dominação estrangeira".

"Neste dia em que celebramos o fim de longos cinco meses da Batalha do Cuito Cuanavale, Angola destaca o papel desempenhado pelas Forças Armadas Revolucionárias de Cuba sob a firme liderança do seu Comandante-Em-Chefe, Fidel Castro Ruz", prosseguiu.

Frisou que "neste dia, rendemos profunda homenagem aos heróis e heroínas que, com sacrifício supremo, contribuíram para a conquista da liberdade, da dignidade e da autodeterminação dos povos da África Austral".

O Chefe de Estado escreveu na mensagem que "o legado dos heróicos combatentes da Batalha do Cuito Cuanavale permanece vivo como fonte de inspiração para as gerações presentes e futuras, reafirmando o firme compromisso com a preservação da paz, da unidade e da soberania dos Estados da região Austral".

"A celebração desta data deve igualmente servir como momento de reflexão sobre os desafios actuais, incentivando o reforço das instituições democráticas, a promoção da justiça social e a consolidação da estabilidade política, na construção de um futuro assente na liberdade, na igualdade e no progresso colectivo", concluiu.

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