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Angola reforça cooperação com a ONU no combate aos fluxos financeiros ilícitos

Ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca (2º dir,), reuniu-se com assistente do Secretário-Geral das Nações Unidas, Navid Hanif (2º esq.)
Ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca (2º dir,), reuniu-se com assistente do Secretário-Geral das Nações Unidas, Navid Hanif (2º esq.) Imagens: Cedida

Redacção

Publicado às 09h28 27/03/2026 - Actualizado às 09h28 27/03/2026

Luanda - O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Dionísio da Fonseca, abordou, esta quinta-feira, em Nova Iorque, o reforço da cooperação com a Organização das Nações Unidas (ONU) no combate aos fluxos financeiros ilícitos e recuperação e repatriamento de activos.

Para o efeito, Dionísio da Fonseca reuniu-se com o assistente do Secretário-Geral para o Desenvolvimento Económico do Departamento dos Assuntos Económicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA), Navid Hanif.

Durante a reunião, foi destacada a importância estratégica do combate aos fluxos financeiros ilícitos na consolidação da mobilização de recursos internos, promoção da transparência e fortalecimento das instituições, enquanto pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável, refere uma nota de imprensa publicada pelo JA Online.

No encontro, foi sublinhado o compromisso de Angola com os instrumentos internacionais relevantes, nomeadamente a Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, a que aderiu, em 2006, bem como o seu envolvimento activo nos processos multilaterais relativos ao financiamento para o desenvolvimento, incluindo o recente Compromisso de Sevilha.

As partes trocaram pontos de vista sobre a necessidade de aprofundar a cooperação internacional, incluindo através do apoio técnico, partilha de boas práticas e promoção de abordagens mais coordenadas no seio do sistema das Nações Unidas.

Foi igualmente evidenciado, durante o encontro, uma convergência de posições, quanto a importância de avançar para soluções concretas e orientadas para resultados que permitam responder de forma eficaz aos desafios associados aos fluxos financeiros ilícitos e a recuperação de activos.

Angola reiterou o seu compromisso com o multilateralismo e o reforço da cooperação internacional, enquanto instrumentos fundamentais para a promoção de uma economia global mais justa, transparente e inclusiva.

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