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Parlamentos de Angola e de Moçambique assinam Programa de Cooperação

Presidentes da Assembleia Nacional de Angola e da Assembleia da República de Moçambique assinaram Programa Político de Cooperação Parlamentar
Presidentes da Assembleia Nacional de Angola e da Assembleia da República de Moçambique assinaram Programa Político de Cooperação Parlamentar Imagens: Assembleia Nacional

Redacção

Publicado às 06h01 28/04/2026 - Actualizado às 06h01 28/04/2026

Luanda – Os Presidentes dos parlamentos de Angola e de Moçambique assinaram, esta segunda-feira, em Maputo, um Programa Político de Cooperação Parlamentar que abrange os domínios da produção legislativa e organização e funcionamento das duas instituições.

O Programa Político de Cooperação Parlamentar foi assinado pelos Presidentes da Assembleia Nacional de Angola, Adão de Almeida, e da Assembleia da República de Moçambique, Margarida Talapa, e visa a implementação do Protocolo de Cooperação rubricado em 2003.

Na ocasião, Adão de Almeida destacou que o acordo constitui um marco importante, por elevar o nível das relações entre os dois países e povos, que partilham desafios e uma história comum.

Segundo disse, apesar da existência de um protocolo firmado há mais de duas décadas, impõe-se a necessidade de uma revitalização permanente da parceria estratégica, com vista a alcançar objectivos presentes e futuros, numa caminhada conjunta assente no espírito de irmandade.

Sublinhou que, no quadro da diplomacia parlamentar, os dois países participam em diversos mecanismos internacionais, e reconheceu ser esta uma oportunidade para reforçar a concertação de posições e renovar compromissos, ao nível da SADC, da CPLP e do Parlamento Pan-Africano.

Por sua vez, a Presidente da Assembleia da República de Moçambique, Margarida Talapa, referiu que, tendo em conta a história comum e os laços de amizade que remontam à luta de libertação, os dois parlamentos devem criar condições para apoiar os respectivos governos na implementação de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sócio-económico dos dois países.

Sublinhou que, sob liderança dos respectivos Chefes de Estado, é essencial revitalizar a cooperação bilateral e elevar cada vez mais o nível das relações parlamentares.

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