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Angola e China promovem consultas políticas para reforçar relações de cooperação

Angola e a China promoveram consultas políticas ao nível de secretários de Estado
Angola e a China promoveram consultas políticas ao nível de secretários de Estado Imagens: MIREX

Redacção

Publicado às 11h39 14/06/2026 - Actualizado às 11h39 14/06/2026

Luanda – Angola e a China promoveram consultas políticas ao nível de secretários de Estado, numa reunião de delegações dos países realizada, esta sexta-feira, em Beijing, que analisou o reforço e aprofundamento das relações diplomáticas e de cooperação.

As delegações foram chefiadas pela Secretária de Estado das Relações Exteriores de Angola, Esmeralda Mendonça, e pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da China, Miao Deyu.

Durante a reunião, as partes avaliaram o estado dos acordos existentes e a promoção dos interesses económicos, comerciais e de investimento.

As partes concordaram em intensificar os intercâmbios técnicos e a formação de recursos humanos, assim como decidiram implementar um mecanismo de monitoramento para acompanhar o progresso dos acordos já firmados.

Destacaram como prioridade o aprofundamento da cooperação, sobretudo nos sectores das infra-estruturas e energia, bem como na promoção de iniciativas conjuntas em educação e formação técnica, consideradas estratégicas para o desenvolvimento.

Na ocasião, a secretária de Estado Esmeralda Mendonça fez a entrega de uma mensagem do ministro das Relações Exteriores, Tété António, para o seu homólogo chinês, Wang Yi, cujo teor não foi revelado.

Angola e a China formalizaram as suas relações em 1983, que foram elevadas a uma parceria estratégica e abrangente em 2024, por decisão dos Chefes de Estado, que inclui as áreas de infra-estruturas, saúde, educação, transporte, energia, ciência e tecnologia, entre outras.

Acompanharam a secretária de Estado do Ministério das Relações Exteriores, a embaixadora de Angola acreditada na China, Dalva Ringote Allen, a directora dos Assuntos Multilaterais do Ministério das Relações Exteriores, Sara Maria Silva, e o cônsul-geral de Angola em Macau, Eduardo Galiano, indica uma nota de imprensa da Embaixada angolana naquele país.

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