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Angola reafirma aposta na Agenda 2030 dos ODS

Delegação angolana em Nova Iorque
Delegação angolana em Nova Iorque Imagens: Edições Novembro

Redacção

Publicado às 12h23 15/07/2026 - Actualizado às 12h25 15/07/2026

Luanda - Angola continua comprometida com a implementação de reformas estruturantes para a concretização da Agenda 2030 dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), afirmou o secretário de Estado para o Planeamento, Luís Epalanga.

O governante intervinha durante o debate geral do Fórum Político de Alto Nível (HLPF), que decorre na sede das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque.

Luís Epalanga destacou que num contexto internacional marcado por desafios cada vez mais complexos, o fórum constitui uma oportunidade para renovar o compromisso político dos Estados-membros com o multilateralismo, reforçar a cooperação internacional e acelerar a implementação dos ODS, segundo um comunicado, citado pelo Jornal de Angola

O secretário de Estado sublinhou que a revisão, este ano, dos ODS 6, 7, 9, 11 e 17 assume particular relevância por incidir sobre áreas essenciais para promover a transformação económica, inclusão social e a resiliência das sociedades.

Recordou que, em 2025, Angola apresentou o seu segundo Relatório Nacional Voluntário, marco que permitiu evidenciar os progressos alcançados na matéria, reconhecer desafios e reafirmar o compromisso do país com a implementação da Agenda 2030.

Neste sentido, referiu que os resultados demonstram que o desenvolvimento sustentável exige uma abordagem integrada, coerente e orientada para resultados, previamente sustentada por uma visão de longo prazo.

No âmbito do ODS 6 (Água Potável e Saneamento), Luís Epalanga afirmou que Angola continua a expandir o acesso à água potável e ao saneamento através de investimentos estruturantes, que permitirão assegurar o abastecimento a mais de 10 milhões de pessoas até 2027.

Relativamente ao ODS 7 (Energia Limpa e Acessível), disse que o Programa Solar de Angola constitui uma boa prática nacional, promovendo a expansão do acesso à electricidade por meio das energias renováveis, reforçando a segurança energética e impulsionando uma transição energética mais sustentável.

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