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Primeiras-Damas angariam fundos em prol das mulheres

Presidente da República com as Primeiras-Damas
Presidente da República com as Primeiras-Damas Imagens: DR

Redacção

Publicado às 15h03 02/08/2026 - Actualizado às 15h03 02/08/2026

Luanda - A Organização das Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento (OAFLAD) realizou, sexta-feira, em Luanda, uma gala beneficente destinada à mobilização de fundos para a materialização do seu plano estratégico 2025–2030.

O jantar de gala beneficente da OAFLAD foi prestigiado com a presença do Presidente da República, João Lourenço, tendo como anfitriã a Primeira-Dama de Angola e vice-presidente da organização, Ana Dias Lourenço.

De acordo com a nota oficial da Presidência da República, citada pelo JA Online, o plano estratégico 2025–2030 prevê acções de advocacia para a implementação de projectos focados em quatro pilares fundamentais: saúde, educação, combate à violência baseada no género e empoderamento económico de mulheres e jovens.

A Presidente da República Unida da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, esteve presente entre as altas personalidades presentes no evento continental, cuja realização coincidiu com as celebrações do Dia da Mulher Africana.

A OAFLAD foi instituída em 2002 sob a designação original de Organização de Primeiras-Damas Africanas contra o VIH/Sida (OAFLA).

O propósito inicial centrava-se em erguer uma voz unificada em defesa das populações mais vulneráveis do continente, com particular enfoque nas mulheres e crianças afectadas pela epidemia.

Ao longo dos anos, a instituição expandiu o seu mandato e transformou-se numa plataforma de liderança continental. Para além do combate ao VIH, a organização alargou o seu escopo de actuação para uma vasta gama de intervenções na área da saúde materna e infantil.

Esta evolução institucional culminou na transição para a actual denominação: Organização de Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento (OAFLAD).

Sob este novo alinhamento, as esposas dos Chefes de Estado africanos utilizam a sua influência diplomática para impulsionar a aprovação de leis inclusivas, mobilizar recursos internacionais e estruturar parcerias multissectoriais que promovam o empoderamento feminino e a igualdade de oportunidades.

As mesmas procuram tirar partido da sua posição única para defender políticas que tornem os serviços de saúde acessíveis e leis que promovam o empoderamento das mulheres e dos jovens.


 

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