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FAA defende presença de mais investigadores

Militares das FAA (Arquivo)
Militares das FAA (Arquivo) Imagens: Angop

Redacção

Publicado às 21h46 03/08/2026 - Actualizado às 21h46 03/08/2026

Luanda - As Forças Armadas Angolanas necessitam de investigadores militares capazes de produzir soluções adaptadas à realidade nacional e que publiquem, investiguem, inovem e contribuam para o desenvolvimento da doutrina militar angolana

Este pronunciamento foi feito, recentemente, pelo chefe do Estado-Maior General Adjunto, general Jaime Manuel Pombo Vilinga.

O general, que falava na graduação de 166 oficiais das Forças Armadas Angolanas (FAA), no encerramento do ano académico 2025/2026 na Escola Superior de Guerra, apontou a aprendizagem contínua como parte integrante da condição militar.

Segundo o chefe do Estado-Maior General adjunto, citado pelo JA Online, as FAA têm plena consciência de que a superioridade do futuro será conquistada, em primeiro lugar, nas salas de aula, nos laboratórios, nos centros de investigação, nos simuladores, nas bibliotecas digitais e nos centros de desenvolvimento tecnológico.

Os efectivos, que receberam certificados e medalhas, foram formados nos cursos de Estratégia e Arte Operativa, Comando e Direcção, Organização do Asseguramento Moral e Psico- lógico, Capacitação dos Órgãos de Operação das FAA e Estado-Maior Conjunto.


 

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