Presidente João Lourenço visita obras do Hospital Oncológico
Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, constatou, esta sexta-feira, o andamento das obras do futuro Hospital Oncológico, integrado na terceira fase do Complexo Hospitalar de Doenças Cardiopulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda.
Com 36% de execução física, o projecto representa mais um passo no reforço da capacidade nacional de prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças oncológicas, através da expansão da rede hospitalar, modernização tecnológica e formação de profissionais especializados.
Implantado numa área de 26.413 metros quadrados, o futuro Hospital Oncológico terá quatro pisos, 148 camas e 353 lugares de estacionamento.
A unidade foi concebida para concentrar serviços diferenciados, equipamentos de alta complexidade e equipas multidisciplinares, permitindo assegurar diferentes etapas do acompanhamento dos doentes oncológicos.
O projecto contempla áreas de Emergência, Consultas Externas e Clínicas de Ambulatório, Imagiologia e Diagnóstico, Radioterapia, Medicina Nuclear, Infusão Quimioterápica, Hematologia, Cuidados Intensivos, Cirurgia, Internamento, Laboratório Clínico, Farmácia Hospitalar e Central de Esterilização, entre outras valências.
Está igualmente prevista a construção de um edifício destinado ao Ciclotrão, equipamento associado a aplicações avançadas da Medicina Nuclear, bem como estruturas de apoio para médicos e estudantes e a extensão da Central de Oxigénio.
A construção integra uma estratégia mais ampla de investimento no sector social, com particular destaque para a saúde, que tem sido colocada entre as prioridades da governação de João Lourenço.
A orientação tem-se traduzido na expansão da rede hospitalar, construção e modernização de unidades, introdução de tecnologias diferenciadas e reforço da formação dos profissionais de saúde.
Na área oncológica, esta orientação procura responder a uma necessidade concreta: aumentar a capacidade disponível para os cidadãos que procuram os serviços, reduzir a pressão sobre as unidades existentes e criar condições para que tratamentos de elevada complexidade possam ser realizados no país.
A necessidade de ampliar a resposta não resulta apenas da criação de novas tecnologias, mas também do movimento registado nos serviços actualmente existentes.