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Presidente João Lourenço visita obras do Hospital Oncológico

PR visita obra do Hospital Oncológico
PR visita obra do Hospital Oncológico Imagens: DR

Redacção

Publicado às 12h05 14/08/2026 - Actualizado às 13h02 14/08/2026

Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, constatou, esta sexta-feira, o andamento das obras do futuro Hospital Oncológico, integrado na terceira fase do Complexo Hospitalar de Doenças Cardiopulmonares Cardeal Dom Alexandre do Nascimento, em Luanda.

Com 36% de execução física, o projecto representa mais um passo no reforço da capacidade nacional de prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças oncológicas, através da expansão da rede hospitalar, modernização tecnológica e formação de profissionais especializados.

Implantado numa área de 26.413 metros quadrados, o futuro Hospital Oncológico terá quatro pisos, 148 camas e 353 lugares de estacionamento.

A unidade foi concebida para concentrar serviços diferenciados, equipamentos de alta complexidade e equipas multidisciplinares, permitindo assegurar diferentes etapas do acompanhamento dos doentes oncológicos.

O projecto contempla áreas de Emergência, Consultas Externas e Clínicas de Ambulatório, Imagiologia e Diagnóstico, Radioterapia, Medicina Nuclear, Infusão Quimioterápica, Hematologia, Cuidados Intensivos, Cirurgia, Internamento, Laboratório Clínico, Farmácia Hospitalar e Central de Esterilização, entre outras valências.

Está igualmente prevista a construção de um edifício destinado ao Ciclotrão, equipamento associado a aplicações avançadas da Medicina Nuclear, bem como estruturas de apoio para médicos e estudantes e a extensão da Central de Oxigénio.

A construção integra uma estratégia mais ampla de investimento no sector social, com particular destaque para a saúde, que tem sido colocada entre as prioridades da governação de João Lourenço.

A orientação tem-se traduzido na expansão da rede hospitalar, construção e modernização de unidades, introdução de tecnologias diferenciadas e reforço da formação dos profissionais de saúde.

Na área oncológica, esta orientação procura responder a uma necessidade concreta: aumentar a capacidade disponível para os cidadãos que procuram os serviços, reduzir a pressão sobre as unidades existentes e criar condições para que tratamentos de elevada complexidade possam ser realizados no país.

A necessidade de ampliar a resposta não resulta apenas da criação de novas tecnologias, mas também do movimento registado nos serviços actualmente existentes.

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