Política

Política


PUBLICIDADE

Angola quer graduação sustentável dos Países Menos Avançados

ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme
ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme Imagens: Edições Novembro

Redacção

Publicado às 11h03 09/09/2026 - Actualizado às 11h03 09/09/2026

Luanda – O ministro do Planeamento, Victor Hugo Guilherme, defendeu, esta terça-feira, em Adis Abeba (Etiópia), uma efectiva transformação estrutural das economias para graduação sustentável da categoria dos Países Menos Avançados.

Ao intervir na Reunião Ministerial Regional Africana para a revisão intercalar do Programa de Acção de Doha para os Países Menos Avançados 2022–2031, Victor Guilherme destacou o potencial do Corredor do Lobito como exemplo de uma abordagem que ultrapassa a dimensão dos transportes e pode impulsionar cadeias de valor, industrialização, integração regional e oportunidades para as populações.

Na ocasião, apresentou a experiência do país na implementação do Programa de Acção de Doha, em articulação com o Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027 e a Estratégia de Longo Prazo Angola 2050.

De acordo com um comunicado de imprensa, destacou, a título de exemplo, as iniciativas nacionais de diversificação económica, reforço das capacidades produtivas, desenvolvimento de infra-estruturas, valorização do capital humano e integração regional.

A delegação angolana ao evento, que termina esta quarta-feira, integra o representante permanente de Angola junto das Nações Unidas, Francisco da Cruz.

A reunião é co-organizada pelo escritório da alta representante das Nações Unidas para os Países Menos Avançados, Países em Desenvolvimento sem Litoral e Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e pela Comissão Económica das Nações Unidas para África (UNECA), em colaboração com o Governo da Etiópia.

PUBLICIDADE