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Ministro da Cultura defende reforço da municipalização da cultura

Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau
Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau Imagens: Inácio Vica

Redacção

Publicado às 10h42 29/09/2025

Luanda - O ministro da Cultura, Filipe Zau, defendeu, esta sexta-feira, em Luanda, o reforço da municipalização cultural, com a criação de centros, casas culturais, espaços de leitura e manifestações performativas, para valorizar a identidade e a memória colectiva nacional.

Ao discursar no encerramento do ciclo de palestras sobre a vida e o legado do primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, sublinhou a necessidade de se apoiar o trabalho das verdadeiras igrejas e a difundir da obra do fundador da Nação e de outros nacionalistas, visando fomentar o sentido de angolanidade e fortalecer a identidade cultural.

Exortou para a digitalização dos documentos relacionados com a história da resistência dos povos e dos sítios ligados à história de libertação, da resistência a colonização, para serem colocados a disposição do público.

De acordo com o ministro, iniciativas como o ciclo de palestras permitem um contacto mais directo com o pensamento estratégico de Agostinho Neto e viabiliza um melhor conhecimento da história contemporânea e da realidade antropo-sociológica do país.

Enfatizou a necessidade de tudo se fazer para manter a divisa “A cultura fortalece a Nação, mais cultura, mais Angola”, na perspectiva de se edificar uma Nação que se pretende próspera económica e socialmente.

O ciclo de palestras enquadrou-se nas celebrações dos 50 anos da Independência Nacional, que se assinala a 11 de Novembro próximo, e do 17 de Setembro, Dia do Herói Nacional, tendo contado com a participação de académicos, historiadores, entre outros.

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