Executivo assiste mais de 31 mil jovens com programa JOBE Angola
Luanda – Trinta e um mil 921 jovens estão a beneficiar de kits de empreendedorismo, em todo o país, no quadro do programa Jovens Oportunidades de Bons Empregos (JOBE Angola), afirmou, esta terça-feira, o secretário de Estado para Administração Pública, Domingos Filipe.
Os dados foram revelados no acto de lançamento e apresentação pública do programa JOBE Angola, em Catete (província do Icolo e Bengo), durante o qual foram entregues kits de empregabilidade a mil e 500 cidadãos.
Foram contempladas, em Icolo e Bengo, 24 cooperativas e jovens de forma individual, com kits de trabalho nas áreas de manutenção de vias, limpeza de sarjetas, pintura de lancis, jardinagem, gestão de parques, publicidade estática, assim como mecânica, serralharia, frio, electricidade, manicure e pedicure, pastelaria, entre outros.
De acordo com o secretário de Estado, todos os beneficiários já estão inscritos no Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
Sublinhou que a entrega dos kits simboliza o compromisso do Executivo em criar emprego digno, assim como promover a inclusão sócio-económica dos jovens e das mulheres, bem como o processamento das actividades produtivas nas comunidades.
Apelou os beneficiários a fazerem uso racional e responsável dos equipamentos e ferramentas de trabalho disponibilizados, e a aplicarem devidamente os conhecimentos adquiridos através da formação profissional.
Por seu lado, o vice-governador de Icolo e Bengo, António Agostinho, ressaltou que o governo da província tem um programa semelhante, iniciado em 2025, que já beneficiou cerca de 750 jovens com bolsas de estudo e mais de três mil com kits de actividades produtivas
Por seu turno, o director geral do Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP), Manuel Mbangui, lembrou que o JOBE Angola existe há dois anos, visando a superação técnico-profissional do individuo e o incentivo ao empreendedorismo.
Na ocasião, anunciou que o governo começa a implementar, este ano, o pagamento do subsidio de formação, que visa reduzir a taxa de abandono que acontece muitas vezes por falta de condições económicas das famílias.