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Ministra da Saúde pede compromisso colectivo para erradicação do Verme da Guiné

Ministra da saúde
Ministra da saúde Imagens: DR

Redacção

Publicado às 09h09 26/02/2026 - Actualizado às 09h09 26/02/2026

Luanda - A erradicação do Verme da Guiné exige compromisso colectivo, coordenação entre diferentes sectores e o envolvimento activo das comunidades, disse, quarta-feira, a ministra da Saúde.

Sílvia Lutucuta, segundo o JA Online, intervinha no município de Ondjiva, província do Cunene, na Reunião Anual de Avaliação do Programa Nacional de Erradicação do Verme da Guiné, que conta com o apoio da Organização Mundial da Saúde e do The Carter Center.

"A erradicação do Verme da Guiné não é apenas um desafio do sector da Saúde. Precisamos do empenho das autoridades tradicionais, líderes comunitários, administrações municipais e de todos os sectores para garantir que nenhum angolano volte a ser afectado por esta doença evitável", referiu.

Embora Angola não registe casos humanos desde 2020, o país continua classificado como endémico devido à persistência de infecções animais. Entre 2018 e 2024, foram confirmadas 137 infecções em animais, sobretudo cães, mantendo activo o risco de reintrodução e reforçando a necessidade de vigilância activa.

O país iniciou a busca activa de casos em 2011 e integrou o Verme da Guiné nas campanhas de vacinação contra pólio, sarampo e rubéola a partir de 2018, aumentando a sensibilidade do sistema de vigilância.

Entre 2018 e 2020, três casos humanos foram confirmados nos municípios de Namacunde e Cuvelai, na província do Cunene.




 

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