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Defendida gestão sustentável dos recursos naturais

Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho
Ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho Imagens: DR

Redacção

Publicado às 10h51 21/03/2026

Luanda - A ministra do Ambiente, Ana Paula de Carvalho, defendeu, esta sexta-feira, no Sumbe (Cuanza Sul), a necessidade de uma gestão equilibrada dos recursos naturais pela população para garantir a sustentabilidade ambiental no país.

Ao discursar na abertura do quarto Conselho Consultivo do Ministério do Ambiente, realizado sob o lema “Qualidade ambiental, património natural para um futuro sustentável”, Ana Paula de Carvalho sublinhou que se tem estado a sensibilizar a sociedade a adoptar padrões de vida assentes no desenvolvimento sustentável, visando a preservação dos ecossistemas e melhoria da qualidade de vida da população.

Reconheceu ser fundamental promover a valorização da vida, através de práticas que assegurem o uso responsável dos recursos naturais, bem como o reforço das capacidades locais para a manutenção do equilíbrio ambiental, realçando que a protecção do ambiente constitui uma responsabilidade institucional do Executivo angolano.

Disse ser necessário o envolvimento activo de toda a sociedade na preservação e exploração consciente dos recursos naturais, e recordou que a Lei de Bases do Ambiente e outros instrumentos legais reforça a obrigação de se implementar políticas voltadas para a preservação da biodiversidade, mitigação das alterações climáticas e combate à degradação ambiental.

Apontou, entre as várias prioridades do sector, o reforço da educação ambiental nas comunidades, continuidade das acções de reflorestação e melhoria progressiva do saneamento básico e da saúde pública.

Em relação a província do Cuanza-Sul, disse estarem em curso dois projectos para elevação a património mundial de áreas florestais, um dos quais relaciona-se com floresta da Kumbira.

Durante dois dias, os participantes ao conselho consultivo analisam temas relacionados com os desafios ambientais no país, nomeadamente a gestão de resíduos sólidos, avaliação dos seus impactos e os procedimentos de licenciamento ambiental nos municípios.

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