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Aumenta para 45 o número de mortes devido às chuvas em Angola

Chuva em Angola
Chuva em Angola Imagens: redeangola.info

Redacção

Publicado às 09h51 08/04/2026 - Actualizado às 10h49 08/04/2026

Luanda - As fortes chuvas em Angola já provocaram 45 mortos, nas províncias de Benguela, Luanda, Cuanza Sul e Malanje, segundo dados oficiais divulgados, esta terça-feira.

Os Serviços de Protecção Civil e Bombeiros, num comunicado divulgado, esta terça-feira, indica que ocorreram 26 mortes, em Benguela, e 13, em Luanda.

Há ainda o registo de quatro mortes no Cuanza Sul e dois em Malanje.

Luanda e Benguela têm ainda o registo de cinco desaparecidos e 15 feridos, além de 51 mil 275 pessoas afectadas, nove mil 511 casas inundadas, 607 desabadas, bem como 23 escolas, cinco centros de saúde e 56 postes eléctricos danificados e a progressão de 35 ravinas.

Particularmente na província de Luanda, o balanço destaca também a queda de 22 árvores e o transbordo de duas bacias de retenção.

Já em Benguela, registou-se a destruição de 120 hectares de cultivo, a afectação de 23 embarcações de pesca e a danificação de uma ponte.

Os serviços de Protecção Civil e Bombeiros consideram que a situação actual é de normalidade, e estão em curso várias acções, com destaque para operações de sucção de água em residências inundadas e ruas alagadas, apoio alimentar, fornecimento de água potável, saneamento básico e distribuição de vestuário e outros bens ás populações afectadas, bem como o reforço da vigilância epidemiológica.

As autoridades desenvolvem trabalhos de sucção de águas pluviais, apoio às famílias afectadas, operações de limpeza e desobstrução de colectores, remoção e poda de árvores, bem como acções de sensibilização junto das comunidades.

Recorde-se que, segunda-feira última, o Presidente da República, João Lourenço, manifestou profunda preocupação com os estragos provocados pelas chuvas intensas que atingiram várias regiões do país, nos últimos dias, e lamentou a perda de vidas humanas.

João Lourenço expressou condolências às famílias enlutadas e garantiu o máximo empenho do seu Executivo no apoio às pessoas afectadas.

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