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Presidente da CEAST destaca que Papa transmitiu a Angola o que o evangelho exige

Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), Dom José Manuel Imbamba
Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), Dom José Manuel Imbamba Imagens: Edições Novembro

Redacção

Publicado às 11h43 21/04/2026 - Actualizado às 11h43 21/04/2026

Luanda - O Presidente da Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), Dom José Manuel Imbamba, declarou, esta terça-feira, em Luanda, que "o Papa conseguiu transmitir a Angola e ao mundo tudo aquilo que o evangelho nos exige".

Dom José Manuel Imbamba, Arcebispo da Diocese da Lunda Sul, que falava à imprensa, depois da partida do Santo Padre para Guiné Equatorial, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, adiantou que Leão XIV motivou os angolanos a serem "construtores de paz"  e a "viverem num mundo onde todos nos sintamos bem e felizes, sem ameaças de guerra, nem de prepotências, nem daquele sentimento de anular o outro".

Acrescentou que com os ensinamentos deixados pelo Papa, é preciso valorizar o outro, promover a cultura do encontro e do diálogo, e criar aquele sentimento "que não está nas armas, mas sim em Deus".

Dom José Manuel Imbamba enfatizou que "temos de respeitar toda a paz social que implica a paz interior e a convivência com os outros e que as mensagens lançadas devem provocar uma renovação e um compromisso", porque "nós trabalhamos pela transformação de consciências" e as "consciências transformam-se com humildade, assumindo tudo aquilo que é a riqueza que os outros nos oferecem".

Por seu lado, o bispo de Cabinda, Dom Belmiro Chissengueti, reconheceu o contributo dos escuteiros durante a visita papal, destacando o seu empenho e a dedicação.

Ao falar à imprensa, no final da visita do Papa Leão XIV a Angola, o bispo da Arquidiocese de Cabinda mostrou-se satisfeito com o trabalho dos mais de 11 mil jovens escuteiros católicos, que fizeram "todo o esforço para cumprir com o lema do grupo, que é estar sempre pronto a servir".

“Termos ajudado a servir ao Papa, à Igreja e à sociedade, é a nossa maior alegria”, sublinhou Belmiro Chissengueti.

Na ocasião, desculpou-se pelos constrangimentos que surgiram, ao longo dos quatro dias de visita papal, aproveitando para recordar que o trabalho dos escuteiros vai continuar e a próxima missão será a Jornada Nacional da Juventude, a decorrer de 13 a 16 de Agosto próximo.

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