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Executivo reafirma compromisso com reforço da soberania sanitária

Governantes da Saúde em Genebra, Suíça
Governantes da Saúde em Genebra, Suíça Imagens: DR

Redacção

Publicado às 13h31 21/05/2026 - Actualizado às 13h31 21/05/2026

Luandea  - O Executivo angolano reafirmou, em Genebra, Suíça, o compromisso com o reforço da soberania sanitária e da liderança nacional na imunização e no fortalecimento dos sistemas de saúde.

A posição, segundo notícia do JA Online, foi manifestada durante o encontro de alto nível “GAVI Leap in Action”, à margem da 79.ª Assembleia Mundial da Saúde da OMS.

O evento reuniu ministros da Saúde, representantes de governos e parceiros internacionais para debater o futuro da imunização global, os desafios da sustentabilidade financeira e o novo modelo operacional da GAVI, Aliança Global para Vacinas.

Um dos momentos centrais foi a apresentação da reforma “GAVI Leap”, baseada no princípio “Country First”, que coloca os países no centro da definição das prioridades de imunização.

A directora executiva da GAVI, Sania Nishtar, explicou que a reforma visa simplificar processos, reforçar a liderança nacional, aumentar a flexibilidade financeira e acelerar respostas a surtos e emergências sanitárias.

A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, acolheu positivamente a nova abordagem da GAVI, por reconhecer o papel central dos países na definição das suas prioridades de saúde pública.

A governante explicou que a soberania sanitária significa a capacidade de definir políticas nacionais ajustadas à realidade do país, reforçar a liderança do Estado e alinhar os apoios internacionais às estratégias nacionais.

Informou, ainda, que Angola aprovou, recentemente, a Estratégia Nacional de Imunização para os próximos cinco anos, com foco na redução de crianças zero dose e subimunizadas, sobretudo em zonas periurbanas e comunidades de difícil acesso.

Entre as prioridades apresentadas por Angola destacam-se a expansão das brigadas móveis de vacinação, o reforço das acções comunitárias, fortalecimento da cadeia de frio e logística, modernização dos sistemas digitais de vigilância epidemiológica, reforço da capacidade de resposta a surtos e integração da vacinação nos cuidados primários de saúde.

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