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Proibida importação do medicamento Simulect

Medicamento Simulect
Medicamento Simulect Imagens: DR

Redacção

Publicado às 10h23 22/05/2026

Luanda – A Agência Reguladora de Medicamentos e Tecnologias de Saúde (ARMED) proibiu a importação, distribuição, comercialização e consumo do medicamento injectável SIMULECT (Basiliximab), do lote número SFYD2, por suspeitas de falsificação.

A decisão consta de um comunicado divulgado esta quinta-feira, em Luanda, na sequência de um alerta emitido pelas regiões africana e europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a circulação de medicamentos falsificados.

Segundo a nota do Ministério da Saúde, que tutela a ARMED, a medida visa salvaguardar a saúde pública e prevenir riscos associados ao uso do referido produto.

O comunicado orienta todas as entidades públicas e privadas que possuam o lote SFYD2 a não procederem a sua dispensa ou administração, devendo efectuar imediatamente o inventário e devolução ao importador ou distribuidor autorizado.

Os importadores e distribuidores foram igualmente instruídos a proceder, com urgência, à recolha do medicamento no mercado e a comunicar o facto à Agência Reguladora de Medicamentos e Tecnologias de Saúde, para cumprimento das formalidades legais e regulamentares.

A ARMED recomenda ainda que os cidadãos que estejam na posse do medicamento interrompam imediatamente o seu uso e procurem orientação médica, sobretudo em casos de reacções adversas, efeitos colaterais inesperados ou sinais de ineficácia terapêutica.

O comunicado esclarece ainda que os profissionais de saúde devem comunicar ao Sistema Nacional de Fármaco-Vigilância quaisquer casos relacionados com a detecção do produto falsificado, bem como reacções adversas e falhas terapêuticas associadas à sua administração.

O Ministério da Saúde reafirma o compromisso com a protecção da saúde pública e apela à colaboração de todos na denúncia e prevenção da circulação de medicamentos falsificados no país.

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