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Banco Mundial satisfeito com a formação na Saúde

Ministra da saúde, Sílvia Lutucuta (Arquivo)
Ministra da saúde, Sílvia Lutucuta (Arquivo) Imagens: DR

Redacção

Publicado às 12h05 21/06/2026 - Actualizado às 12h05 21/06/2026

Luanda - O Banco Mundial destacou os avanços alcançados pelo Projecto de Formação de Recursos Humanos para a Cobertura Universal de Saúde em Angola (PFRHS) durante a missão intercalar de avaliação, que decorre entre 15 e 25 deste mês.

Segundo o JA Online, a avaliação preliminar foi apresentada sexta-feira, em Luanda, durante um encontro entre a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, e a missão do Banco Mundial, após uma visita ao Hospital Heróis de Kifangondo, no município de Cacuaco, onde foram constatados os resultados da implementação do projecto.

O desempenho global do PFRHS foi classificado como “satisfatório”, com base nos indicadores de desenvolvimento, execução financeira e impacto alcançados até ao momento, de acordo com uma nota de imprensa.

O líder da equipa do Banco Mundial para o projecto, Humberto Cossa, afirmou que os resultados observados no terreno confirmam os dados apresentados pela Unidade de Implementação do Projecto.

Segundo o responsável, a missão ficou particularmente impressionada com a capacidade instalada no Hospital Heróis de Kifangondo e com a actuação de uma nova geração de especialistas em áreas como Oncologia, Radioterapia e outras especialidades de elevada complexidade.

Humberto Cossa considerou ainda que os progressos reflectem a liderança institucional do Ministério da Saúde e o trabalho desenvolvido pela equipa técnica nacional, acrescentando que o objectivo passa agora por elevar a classificação do projecto para “altamente satisfatório”.

Na ocasião, a ministra da Saúde agradeceu o apoio contínuo do Banco Mundial e reafirmou que o projecto constitui um pilar estratégico para o fortalecimento do Sistema Nacional de Saúde, através do investimento na formação especializada dos profissionais e na melhoria da qualidade dos cuidados prestados à população.

De acordo com os dados apresentados, o projecto beneficiou, até ao momento, 18.921 profissionais de saúde em programas de pós-graduação, dos quais 61 por cento são mulheres. Além disso, todos os profissionais formados com apoio da iniciativa foram reintegrados no Serviço Nacional de Saúde.

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