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Angola apresenta cultura e potencial turístico em Bruxelas

Angola apresenta cultura e potencial turístico em Bruxelas
Angola apresenta cultura e potencial turístico em Bruxelas Imagens: DR

Redacção

Publicado às 14h41 27/09/2026

Luanda – Angola apresentou, em Bruxelas, o Semba, a Kizomba e as potencialidades turísticas nacionais, durante um encontro que reuniu embaixatrizes residentes na Bélgica.

Segundo uma nota de imprensa da Embaixada de Angola na Bélgica, o encontro foi promovido pela embaixatriz de Angola, Domingas Gaspar Martins.

A iniciativa proporcionou um momento de intercâmbio entre representantes diplomáticas e permitiu divulgar manifestações culturais angolanas, com destaque para o Semba e a Kizomba, enquanto elementos da identidade nacional.

As participantes tiveram contacto com estas duas expressões culturais, no âmbito dos esforços de valorização e divulgação do Semba e da Kizomba, no contexto do processo que visa o seu reconhecimento como património cultural imaterial da humanidade.

A dança, a gastronomia e outras manifestações culturais fizeram parte do programa, numa iniciativa que procurou projectar a identidade angolana além-fronteiras.

A componente turística esteve igualmente em destaque, através da iniciativa “Visite Angola”, que apresentou a diversidade das potencialidades do país e procurou reforçar a sua divulgação como destino turístico junto de públicos internacionais.

O encontro terminou ao ritmo da Rebita, num momento de confraternização entre as participantes.

A actividade enquadra-se nas acções de diplomacia cultural da representação angolana na Bélgica, com a cultura e o turismo como instrumentos de promoção da imagem de Angola no exterior.

As relações político-diplomáticas e de cooperação entre Angola e a Bélgica iniciaram-se formalmente em 1979 e abrangem actualmente áreas como economia, comércio, investimento, saúde, desminagem, transportes, energia e cooperação política.

A cooperação bilateral tem igualmente registado novos esforços de diversificação, com os dois países a procurarem ampliar as relações para além dos sectores tradicionais, incluindo a indústria, agro-indústria, energia, portos e transportes.

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